Menina analfabeta de 11 anos queima livro muçulmano e pode ser condenada à morte.

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Menina analfabeta de 11 anos queima livro muçulmano e pode ser condenada à morte.

Mensagem  anderson500 em Sab Maio 04, 2013 9:15 pm



Segundo as autoridades policiais, a garota, que é analfabeta e teria síndrome de down, mesmo com muita dificuldade para falar declarou que não sabia se tratar do livro sagrado dos muçulmanos.


De acordo com a lei paquistanesa, o crime de blasfêmia é punido com a pena de morte, mas, um comunicado da presidência do Paquistão argumentando sobre a impossibilidade de Ramsha compreender o conteúdo do livro, por não saber ler, pode ser uma chance para que a garota escape da condenação, cuja pena máxima é a execução.


Após a divulgação do caso, aproximadamente 150 pessoas se dirigiram ao bairro cristão onde a Ramsha mora para protestar, a multidão ameaçou queimar a menina por causa de seu ato. Assustados, centenas de famílias cristãs fugiram do local temendo o ataque dos manifestantes. Porém, a polícia conseguiu deter a ação dos agressores.


Asif Ali Zardari, presidente do Paquistão, solicitou que o Ministério do Interior investigasse o caso com urgência, ressaltando que as minorias do país devem ser protegidas “de qualquer uso errôneo da lei da blasfêmia”. De acordo com informações veiculadas pelo Daily Mail, a acusação contra a menina Ramsha pode ser retirada tão logo haja apuração sobre o caso, assim como quando diminuir a cólera da população.


Embora o governo paquistanês esteja dando atenção ao caso, ativistas de direitos humanos têm denunciado a utilização da lei da blasfêmia como elemento de intolerância religiosa, quando ela é manipulada pelos grupos maiores, predominantemente muçulmanos, para perseguir grupos menores, como os cristãos, que atualmente representam pouco mais de 1% da população do país.


O Paquistão país de maioria Muçulmana é palco de frequentes perseguições religiosa aos cristãos, e essa perseguição tem se intensificado. Segundo informações da missão Portas Abertas, jovens muçulmanos atacaram dois irmãos que se desentenderam com eles, atacando-os com tijoladas e pedradas. O ataque somente foi encerrado após atingirem uma idosa cristã com uma pedrada no peito.


Em depoimento, o jovem cristão Gulshan Masih, de 20 anos, afirmou que seu irmão, Saif Masih, de 18 anos havia participado de uma disputa com outros jovens, e a partir de um desentedimento nessa disputa, a briga se tornou religiosa: “Os muçulmanos acusaram-nos de profanar a mesquita, dizendo que pegamos as pedras do templo islâmico para atirar contra eles. Meu pai e meu tio não estavam envolvidos na confusão e mesmo assim foram presos após serem falsamente acusados”, relatou Gulshan.


Esse conflito faz parte de uma tensão que se instalou na região e as autoridades paquistanesas têm levado presos alguns cristãos após acusações sem provas de muçulmanos da região de Sialkot, de acordo com informações da missão Portas Abertas.
O paquistão é um dos países islâmicos mais resistentes ao cristianismo no mundo, de acordo com informações da missão Portas Abertas, o país está entre os que mais cometem violência e perseguição religiosa contra os cristãos. Mas, apesar de toda a repressão, o evangelho tem chegado à região e pessoas têm se convertido à fé cristã.


Apesar de toda perseguição e do posicionamento ostensivo e radical dos líderes islâmicos, como o que aconteceu com o um jornalista que foi condenado por blasfêmia, por ter postado uma mensagem no Twitter sobre Maomé.


Porém, mesmo com toda repressão o evangelho tem chegado ao país e pessoas têm se convertido, como foi o caso de Fátima Al-Matayri, que aceitou a Jesus como Senhor e Salvador após ter conhecido o evangelho através da internet.


Através do mesmo veículo ela publicou sobre sua conversão em alguns blogs. A jovem mulher, de apenas 26 anos, teve sua língua cortada pelo irmão e seu corpo incendiado até a morte, pelo próprio irmão. Ele pertencia à Comissão Nacional para a Promoção da Virtude e Prevenção do Vício, cujo posicionamento é semelhante ao do governo, ou seja, totalmente contra a religião cristã.


Além da história de Fátima, outros casos de conversão foram relatados, como a de dois jovens que foram presos pela polícia religiosa, eles foram detidos em seu apartamento durante uma reunião de oração. Há outro relato de um jovem universitário que se converteu e agora é alvo das ameaças da família.

Fonte: Euronews
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